"Na Madeira percebi que as entidades do turismo não conhecem de todo um património musical que nada tem a ver com o bailinho e o barrete de vilão. Esta senhora é cega, canta músicas que faz e dezenas de romances que aprendeu com a avó e que vai mudando a melodia em todos, fazendo verdadeiras remisturas, como estas há muitas mais. Quando perceberem que há um turismo para nichos que pode ser complementar e bem mais valioso para os outros há de ser tarde demais e se calhar ainda bem, até lá aqui está a Agostinha."

Tiago Pereira, Março 2015

Funchal, Madeira, Madeira

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