Não sei se querem que escreva sobre eles ou mesmo se o que vou dizer é o que eles querem que eu diga sobre a banda, no entanto estou-me a cagar. Não é com vontade que escrevo este texto sobre os KIMO AMEBA mas sim porque é uma realidade que tem obrigatoriamente de ser relatada. Há sangue, há suor, há feeling, há Nacho aos gritos, há Leio a ser um boneco de vento, há Chico a gozar com os nossos ouvidos e há Sushi a esmagar a bateria contra o chão. São quatro mais uma das contas que deus não fez, mas também eles estão-se a cagar para isso. Querem construir a sua cena e o que num concerto tiverem para mostrar será tudo fruto do trabalho que esses quatro, bem cliché de teenagers, têm para pretensiosamente fingirem que se estão a cagar. Deixam sempre um "pi" no ouvido para nunca mais se esquecerem da sua distorção. No fundo só querem é saber do guito e da fama, mas não é por isso que não fazem qualquer outra banda sentirem-se uns meninos. Não se formaram, mas bem que podia ter sido o seu inicio, enquanto eram indesejadamente empurrados para o "mosh" dum concerto de nu-metal. Isso porque no seu inicio teriam feito, se alguém os tivesse ouvido (ou se tivessem chegado a tempo) com que o metal acabasse ou com que os membros de Napalm Death fugissem da cena musical com o rabinho entre as pernas, devido ao poder com que empurram para os nossos ouvidos a sua música. KIMO é mais uma das gloriosas bandas da CAFETRA RECORDS e uma das principais fundadoras da mesma juntamente com OS PASSOS EM VOLTA." Escrito na sanita, pelo grande Sr. Miguel José Abratas (Dir. Geral da Proxeneta Records)

Lisboa, Lisboa, Estremadura

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