Há bandas que se limitam a tocar, há bandas que fazem da sua obra uma ciência exacta, e depois há O Quarto Fantasma, que aborda a sua música como a prática do zen, permitindo que a electricidade do cosmos brote através dos seus instrumentos. À imagem do que os dadaístas fizeram com a escrita automática no séc. XX, os membros d’O Quarto Fantasma não permitem que o seu rock seja aprisionado por fórmulas e composições, proporcionam-lhe uma existência livre e fluída. Conta a lenda que esta unidade receptora de música cósmica se congregou em 2010 para sintonizar os seus ouvintes com o som do universo, tendo já editado o E.P. “Arder” em 2011, e o longa duração “A Sombra” em 2013. O próximo passo não importa, porque o rock só existe no momento.

Amadora, Lisboa, Estremadura

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