É um pouco como a velha história do tédio: se a cidade é miserável, pega-se-lhe fogo. Os SAUR, contudo, escolheram as guitarras ao invés da querosene. Inspirados tanto por alienígenas como pelos achados arqueológicos na CREL, lançaram um EP fenomenal em 2011 que já começa a criar ondas. Ou a morder. Ou a raptar pessoas para experiências desagradáveis. Não interessa. É ouvir. E ignorar que aparentemente roubaram o nome a uns russos dos quais ninguém quer saber. Por Paulo Cecílio (bodyspace.net)