Cantiga sem nome, gravada no dia de Natal 

Dezembro 25, 2013

Caçarelhos, Vimioso

Vimioso, Bragança, Trás-os-Montes e Alto Douro

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Era dia 24 de Dezembro de 2013, apanhei um comboio para Celorico da Beira às 8 da manhã, onde me iam buscar, depois passaria a Ceia em Foz Côa e no dia a seguir visitaria a Adélia. O comboio parou pouco depois de Coimbra, o tempo corria, nada acontecia. Passada uma hora, disseram que havia um problema nas linhas e que ia ser resolvido, passaram 2 horas e nada, depois o problema já era da máquina, o bar não tinha comida, já eram 14 horas e nada. Pelas 15.30 lá veio uma locomotiva puxar a nossa para a Pampilhosa. Chegando lá o outro comboio que tinha partido de Lisboa às 12 também lá estava. Autocarros levariam as pessoas para Nelas onde de poderia panhar outro comboio ou outra opção que nunca cheguei a saber. Cheguei a Foz Côa às 20 horas. No outro dia gravámos esta música inédita da Adélia, era Natal! - Tiago Pereira

Cantiga sem nome, gravada no dia de Natal

Não canto por bem cantar
Nem por boa cantadeira
Só canto por aliviar penas
Àquela murmuradeira
Àquela murmuradeira
Aquela da minha porta
Meta-se na sua vida
Que a minha nada lhe importa
Eu cantar, cantava bem
E tinha uma linda voz
Já me veio de herança
Que me deixaram os meus avós
O cantar alivia as penas
As mágoas ao coração
Quem te alivia as tuas
Meu amor, que tantas são?