Fado da vida bela 

Março 4, 2011

Pátio das Flores, Castelo, Lisboa

, Lisboa, Estremadura

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Fado da vida bela

És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No muito que ofereces quando existes

Beleza assim de musa tal qual trazes
Arrebata o tonto olhar de quem avista
E arrisca a ter a vida
Por um fio
Mas perco-me num assobio
Porque a vida é bela

És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando insistes
Em me inspirar

Aquilo que o teu silêncio explica
O destino traz para mim em labaredas
Veredas
Onde somes da visão
Descompassam o coração
Mas a vida é bela